Folha de S. Paulo


Leitores comentam o editorial Nem Dilma nem Temer

O editorial Nem Dilma nem Temer reflete uma visão realista, prática, honesta e democrática, mostrando uma postura que prioriza a solução dos problemas nacionais, não os individuais, partidários e ideológicos. Parabéns!

CARLOS TAUBE (Campinas, SP)

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Alan Marques-2.mar.2016/Folhapress
A presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer em evento em Brasília
A presidente Dilma Rousseff e o vice Michel Temer em evento em Brasília

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É oportuno acrescentar ao editorial um lembrete à presidente Dilma e ao seu vice Michel Temer: humildade, serenidade e sensatez são virtudes que iluminam a travessia de situações adversas. Altivez, prepotência e rancor obscurecem a razão.

ALDO PORTOLANO (São Paulo, SP)

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A Folha se junta à maioria brasileira que percebe que, mesmo que consiga transpor o impedimento, a presidente não mais teria força -como há muito não tem- de governar o Brasil.

JOSÉ EDUARDO ZAMBON ELIAS (Marília, SP)

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O ideal seria que a Presidência da República propusesse um pacto nacional para "eleições gerais" em outubro. Renúncia em prol de uma democracia mais forte no Brasil, conclamando a vontade do povo por meio da participação social, com votos livres em eleições transparentes e sem financiamento empresarial. Vamos renovar a política com a legitimidade do voto popular.

LUCIANO QUINTÃO ATAÍDE (Salvador, BA)

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A renúncia seria menos traumática para o governo e desgastante para a população paralisada. Ainda estão longe de serem solucionados o impasse de desvios e as maracutaias.

MAURO VIEIRA CRUZ (São Paulo, SP)

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Parabenizo a Folha pelo providencial editorial alusivo à imediata renúncia da presidente Dilma. Na verdade, ela não tem mais a mínima condição de governar o país. Pelo que se observa, este é o pensamento de todos os brasileiros que pensam, acima de tudo, no bem da nação.

JOÃO RODINI LUIZ (Ribeirão Preto, SP)

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A renúncia se impõe, não pela lei, mas pela ética. O governo Dilma Rousseff é imoral e indecente, baseando-se na mentira e na exploração da ingenuidade do povo. O que lhe falta para renunciar é simplesmente a humildade, a coragem, o caráter e a vergonha na cara para admitir seus erros e sair, dando condições para iniciar-se a limpeza.

GILBERTO DIB (São Paulo, SP)

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Há pessoas que admiro que são contra o impedimento da presidenta. Outras, a favor. O editorial traduz o que penso. Se estiver enganado, que assim seja, mas não aguento mais. Que ela e seu vice renunciem, e o homem do mal seja afastado de sua função. Sonhar é preciso.

NELSINHO BERTONI (Bady Bassitt, SP)

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Sempre nos momentos mais relevantes de nossa história recente, a Folha se posiciona de forma cívica e sábia por meio de editorial na "Primeira Página".

ROBERTO LUIGI BETTONI (Santo André, SP)

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Lamentável o editorial. A Folha torna agora explícita sua posição pró-golpe de Estado. O proposto não tem respaldo popular nem jurídico. Serve somente à elite minoritária e saudosista que deseja assumir o poder de forma não democrática e, acima de tudo, calar as investigações atuais e futuras sobre a corrupção.

VICTOR RIVELLES (São Paulo, SP)

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Foi um choque a opinião da Folha em favor da deposição consentida de Dilma. O que o jornal sugere seria um sistema único no mundo, atrelado às pesquisas de opinião. Quando um governante enfrentar problemas e sua aprovação cair, deve-se procurar um pretexto e pedir o seu afastamento baseado na tese de ingovernabilidade.

MANOEL VIRGÍLIO DE QUEIROZ (Santana de Parnaíba, SP)

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Renato Costa/Folhapress
Eduardo Cunha, presidente da Câmara
Eduardo Cunha, presidente da Câmara

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Interessante a proposta do editorial da Folha para resolver a crise política em três passos: livrar-se de Eduardo Cunha (disso a Câmara ou o Supremo Tribunal Federal se encarregariam), Dilma e Temer renunciam (disso se encarregariam eles mesmos) e novas eleições em 90 dias. Como diria Garrincha, agora só falta combinar com os russos.

JORGE HOUNIE (São Carlos, SP)

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Após tanta tinta, manifestos, passeatas, bravatas política e jurídicas, só agora a Folha vem a público num editorial tíbio e envergonhado dizer que "passa a se incluir entre os que preferem a renúncia à deposição constitucional". O leitor elege um jornal pelo que ele representa, por sua posição e opinião, mas a Folha elegeu o mote de respeito à diversidade. É a melhor desculpa para ficar em cima do muro!

VALDIR APARECIDO ALVES DE SOUZA (São Paulo, SP)

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Após tanta tinta, manifestos, passeatas, bravatas política e jurídicas, só agora a Folha vem a público num editorial tíbio e envergonhado dizer que "passa a se incluir entre os que preferem a renúncia à deposição constitucional". O leitor elege um jornal pelo que ele representa, por sua posição e opinião, mas a Folha elegeu o mote de respeito à diversidade. É a melhor desculpa para ficar em cima do muro!

VALDIR APARECIDO ALVES DE SOUZA (São Paulo, SP)

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Quando a presidente Dilma parece resistir aos ataques furiosos da direita parlamentar, a Folha defende a renúncia dela, a do vice, bem como a realização de novas eleições num prazo de 90 dias. Esta guinada do jornal não poderia ser entendida como uma vã tentativa de marginalizar o PT e afastá-lo do poder conquistado pela via democrática?

ZELMO DENARI (Presidente Prudente, SP)

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Só concordo com o "nem Temer nem Eduardo Cunha", mas Dilma não irá renunciar. Ela sairá fortalecida desta tentativa de golpe e irá governar, agora sem a maioria do PMDB, com apoio maior dos demais partidos, com mais justiça e equilíbrio. A permanência de Dilma, ou seja, o respeito ao Estado democrático de Direito vem ganhando adeptos no Brasil e no exterior.

MARIA ELVIRA NÓBREGA ZELANTE (Marília, SP)

Discordo da afirmação de que o vice Michel Temer não tem apoio suficiente da sociedade. Ele tem e terá toda legitimidade e capacidade para assumir e governar, pois terá o respaldo de toda sociedade, principalmente de nós, evangélicos, que respeitamos e honramos a Constituição.

CLAUDIO GERIBELLO, presidente da Conferência Nacional das Igrejas Evangélicas do Brasil (São Paulo, SP)

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A leviandade que assola o país definitivamente se instalou na Folha. Ao se declarar favorável aos objetivos comuns dos nomes mais sujos do país, sem nem sequer fazer ressalvas, o jornal ajuda a fazer o brasileiro a desconsiderar o sentido da palavra eleição, que custou tanto para se fixar. Podia ter usado sua visibilidade para arrebanhar forças a favor da governabilidade, sabotada ao extremo. Cada dia mais, a Folha me decepciona.

RENATO MIRANDA LOPES (São Paulo, SP)

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